7 de agosto de 2010

Provas

Alma quebrada em quatro quando em quarto observo paredes. Meus vidros são de um castanho-esverdeado meio descrente, embora rezem nos dias de bruxa à solta. Número treze. Trevos de folha. Trevas de fogo. Pés do coelho de Alice. Tudo me serve enquanto serva eu for desse absurdo real. 

Um comentário:

João Francisco disse...

Belo endereço. Além do texto, admiro a coragem das fotografrias. =)